quinta-feira, 17 de abril de 2008

Aula do ESPEAD - 15 de abril

Com muita propriedade as professoras Mérian e Maria Marta, na aula do ESPEAD, na terça-feira, dia 15 de abril, conduziram o estudo e aprofundamento do texto de Tardiff “Os professores enquanto sujeitos do conhecimento”. Dando seqüência à reflexão anterior e colocando algumas questões discutidas na aula volto com as perguntas que encerram a postagem de 17 de abril, no portfólio.
- Que saberes os professores, nossos alunos do PEAD, trazem para o curso;
- O tutor (aí me incluo) como pode auxiliar o aluno a avançar, a aprofundar os seus saberes, refletir sobre a sua prática, levando-o a melhorar cada vez mais a sua atuação em sala de aula?
Algumas questões:
- não se pode desconsiderar o que se aprende trabalhando, por outro lado, não podemos nos satisfazer só com esses saberes práticos. Aí entra a importância do que já foi estudado e está disponível na literatura e com os autores.
- que fatores auxiliam na aprendizagem ou então dificultam ou mesmo impedem a mesma?
Fica para o tutor o grande desafio de realizar comentários significativos nos trabalhos dos alunos. Inicialmente, acolhendo a resposta do aluno e, a seguir, instigá-lo a continuar aprofundando a sua resposta ou mesmo abrindo o leque da sua reflexão ou dando um novo rumo.
Dou-me conta que a cada nova leitura, a cada aula, a cada nova discussão, a cada conversa com os colegas, com os professores vou aumentando o meu conhecimento, o que não é garantia, no entanto, que eu o consiga colocar na prática, principalmente, com facilidade. Continuo levando um tempo significativo para escrever um comentário e ainda, no final, reconhecer que nem sempre ficou aquele 100% esperado. Com as alunas que vem ao pólo tenho também exercitado as minhas intervenções, principalmente, quando solicitam que eu leia as postagens, as respostas às questões propostas pelos professores.
Procuro, bem mais do que antes, ao invés de dar respostas, fazer perguntas que os façam refletir. Num primeiro momento, podem não interferir tão significativamente naquela resposta já elaborada, mas que, mais à frente, poderão vir a tona.
Encerro a minha postagem, reconhecendo, mais do que nunca, o grande desafio inerente à função de tutor e o quanto que ainda preciso aprender.

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Saberes dos professores - "Tardiff"

Como é preciso ler, conversar, escrever sobre determinados assuntos, embora tão próximos de nós, no dia-a-dia, para somente então nos darmos conta de questões, aparentemente, tão simples. A seguir, menciono algumas idéias colocadas por Maurice Tardiff, no texto “Os professores enquanto sujeitos do conhecimento”. O fato de que embora a formação de professores seja pensada, destinada para o professor, este, normalmente, não é consultado sobre o como pensa que a mesma deva ser. Afinal, se é um profissional reconhecido como apto a “formar” outras pessoas como que pode ser deixado à margem do processo de pensar a sua própria formação. Talvez, se fosse perguntado, poderia ajudar a tornar o currículo muito mais próximo, privilegiando disciplinas, conteúdos, que o auxiliassem mais na sua prática.
Traz também uma reflexão sobre as pesquisas universitárias. Segundo o autor, o professor deve ser sujeito do conhecimento e não objeto de conhecimento; deve ser visto como colaborador, como co-pesquisador e não como cobaia, estatística ou objeto de pesquisa; que é preciso produzir para o ensino e com os professores e não sobre o ensino e sobre os professores; os docentes precisam tornar-se atores capazes de nomear, de objetivar e de partilhar sua própria prática e sua vivência profissional.
O autor, ao longo de todo o texto, deixou evidentes as suas crenças:
- os professores de profissão possuem saberes específicos que são mobilizados, utilizados e produzidos por eles no âmbito de suas tarefas cotidianas;
- o trabalho do professor é lugar de aplicação de saberes produzidos por outros e espaço de produção, de transformação e de mobilização de saberes que lhe são próprios;
- interessar-se pelos saberes e pela subjetividade do professor é tentar penetrar no cerne do processo concreto de escolarização, tal como ele se realiza a partir do trabalho cotidiano do profissional em interação com os alunos e com os outros atores educacionais.
A partir das idéias de Tardiff, colocadas acima, ficam as reflexões (para mim e para quem ler esta postagem):
- Que saberes os professores, nossos alunos do PEAD, trazem para o curso?
- O tutor (aí me incluo) como pode auxiliar o aluno a avançar, a aprofundar os seus saberes, refletir sobre a sua prática, levando-o a melhorar cada vez mais a sua atuação em sala de aula?

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domingo, 6 de abril de 2008

Às voltas com o mapa conceitual



Este mapa é fruto de construção coletiva, em aula - ESPEAD.


São incontáveis os recursos que podem ser adicionados ao mapa conceitual, porém é aos poucos, muito aos poucos, que vou me apropriando do fazer como. Hoje, agreguei cor ao fundo, inseri link e adicionei informações que aparecem ao passar o mouse.
As evidências das minhas aprendizagens são os mapas anexos.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Mapa Conceitual - Projeto de Aprendizagem

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