terça-feira, 30 de setembro de 2008

Experiência com o Second Life

A primeira vez em que ouvi falar em Second Life foi num encontro sobre blogs, na FEEVALE, em 2007. Foi, no entanto, em Caxias do Sul, no Seminário sobre Ambientes Virtuais, nos dias 23 e 24 de junho deste ano, na UCS – Universidade de Caxias do Sul, onde vi um pouquinho do programa, quando a professora da UNISINOS, Dra. Eliane Shelemmer, apresentou a ilha daquela instituição, adquirida através da premiação de um projeto. Retornei do evento com grande vontade de conhecer melhor o programa e descobrir as suas possibilidades de aplicação na sala de aula. Para a minha surpresa e alegria, no dia 11 de agosto, tivemos um encontro com o professor Jeremiah, na interdisciplina de Metodologia, sob a coordenação da professora Marie Jane. A partir daí, foram muitas tentativas para baixar o programa e, finalmente, entrar na região disponibilizada pelo professor, a Região Gaúcha. Foi depois de várias tentativas frustradas que descobri, através de um técnico em informática, colega de trabalho, e da confirmação através da lista de discussão, que o computador precisa apresentar requisitos mínimos para que o programa possa rodar, ausentes na máquina onde estava instalado o programa, no pólo. Deve ter uma boa memória RAM, um processador atual e, em especial, a placa de vídeo precisa possuir boa memória. Ainda me sinto como que no início de uma alfabetização, embora já tenha realizado diversas descobertas, suficientes para acreditar que o Second Life pode ser utilizado como mais uma ferramenta de trabalho em sala de aula com os alunos. Penso que vale a pena refletir sobre essa questão. Vislumbro a sua utilização nos diferentes níveis de escolaridade. Pode ser usado para aproximar as pessoas que estão distantes fisicamente, através dos avatares, inclusive, alunos da Educação a Distância; na construção de conceitos como espaço e tempo, entre outros.

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